*O QUE LHES FALTA É A PAZ: NADA MAIS*

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Votos do Portal dos Anjos e das Estrelas da Luz




“O QUE LHES FALTA É A PAZ: NADA MAIS.”

OMRAAM (Aïvanhov) (01.12.2012)


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OS ANJOS - Os Nove Coros da Hierarquia Celeste

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Seminário realizado em 27 de fevereiro de 2016 (Instituto Mukharajj Brasilan - IMUB)

Participação especial de Manuel J. Gandra, on-line, direto de Portugal.







HIERARQUIA CELESTE é uma expressão de origem grega reportando-se à cadeia de entidades espirituais e inefáveis, as inteligências corpóreas de Philon de Alexandria (280-220 a.C.), agentes, núncios, ou mensageiras da providência divina e intermediárias entre os mundos celeste e terrenos, as quais, numa acepção corrente, porém não totalmente legítima, são denominadas anjos. Estes excelsos e puros espíritos, não obstante o cunho hierático e manifestamente imaterial da sua presença, são figurados com corpo, ou habitando um, "pro tem", de beleza inexcedível, alado e revestido das roupagens e adereços condizentes com a respectiva natureza, posição hierárquica e função.

As 9 categorias ou coros celestes são: Serafins, Querubins, Tronos, Dominações, Virtudes, Potestades, Principados, Arcanjos e Anjos.


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ANJO CUSTÓDIO - Entidade protetora de Portugal e do Brasil






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CASTOR: UM ENGENHEIRO GENIAL

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Os castores são conhecidos por sua habilidade natural para construir diques em rios e riachos que são os seus lares -- chamados tocas -- criando assim represas que bloqueiam a corrente de água. Para a edificação destas estruturas utilizam principalmente troncos de árvores, que derrubam com seus poderosos dentes incisivos. Apesar da grande quantidade de árvores que devastam, os castores não costumam prejudicar o ecossistema em que vivem: pelo contrário, mantêm-no saudável, pois seus diques proveem uma grande quantidade de benefícios; entre outras coisas, estas barreiras propiciam a criação de zonas úmidas, ajudam a controlar inundações e eliminam contaminantes da corrente. Porém, em ecossistemas estranhos para eles, estas modificações ao ambiente podem ser prejudiciais.



  


Castor é um gênero de roedores semi-aquáticos, da família Castoridae, nativo da América do Norte e da Europa, sendo o único gênero ainda existente dessa família, com duas espécies remanescentes: o C. fiber (castor-europeu) e o C. canadensis (castor-americano).



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DESCOBERTO NINHO COM FILHOTE DE HARPIA EM PORTO SEGURO, BAHIA

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 Harpia e filhote no ninho em Carajás, Pará


É a primeira vez em 10 anos que o grupo de monitoramento do ICMBio localiza um ninho com filhote de gavião-real em área de Mata Atlântica na região.

“A grande descoberta é que esse filhote especificamente era desconhecido para nós. Pode ser um indício de que a espécie, pertencente ao topo da cadeia alimentar e de difícil preservação, está conseguindo se reproduzir e aumentar a população aqui em Porto Seguro e região”.




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VEJA TAMBÉM:

Fotos: harpia, a maior águia das Américas



ABELHAS RARAS QUE CONSTROEM NINHOS INDIVIDUAIS COM PÉTALAS DE FLORES

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As abelhas solitárias das espécies Osmia avosetta e Osmia tergestensis, encontradas na Turquia e Irlanda, constroem um ninho diferente e exótico que tem sido chamado de “sanduíche de flor”. O ninho é formado por um arranjo de três camadas. A camada mais externa é feita de pétalas de flores coloridas seguido de uma camada de barro para manter a umidade e finalmente outra camada de pétalas revestem o interior da câmara.




Um único ovo é depositado no interior deste sanduíche e depois na fase larvar se alimenta de néctar e pólen depositado no interior pelo pai. Fantástico! Essas abelhas vivem por um ano, mas passam cerca de 10 meses dentro do ninho de pétalas e sua vida adulta dura apenas 2 meses. Tempo o bastante para construir seu próprio sanduíche de flor e seguir seu ciclo.




Os ninhos são minúsculos e abrigam apenas uma larva. São também incrivelmente coloridos.





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A INCRÍVEL BIOSFERA DO LAGO KERKINI (NORTE DA GRÉCIA)

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Esta biosfera maravilhosa foi recuperada pela Convenção Internacional de Ramsar e apresenta vários elementos admiráveis. Milhares de aves, raras e protegidas, florestas ribeirinhas, nenúfares em uma grande área, uma variedade de peixes e a fantástica vista panorâmica das montanhas de Beles e Krousia dão um tom característico. Na verdade, o lago abriga 227 espécies de aves, especialmente não-migrantes. Setenta e seis delas estão registradas no Catálogo Vermelho Nacional, enquanto que pelo menos 31 estão protegidas pela Diretiva da CEE sobre a vida selvagem. O que torna uma presença excepcional é o rebanho de búfalos na área. Na região circundante do lago Kerkini existem pelo menos 10 espécies de anfíbios (sapos, salamandras, tritões), 5 espécies de caracóis, 19 espécies de répteis (lagartos, cobras, tartarugas) e uma grande variedade de insetos que desempenham um papel importante na cadeia alimentar e contribuem para os recursos biológicos do lago.







O pelicano é uma ave migratória, mas os pescadores da região construíram ninhos em plataformas e alimentam os pelicanos durante o inverno, de modo que eles não têm mais motivo para migrar.














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BALEIAS JUBARTES EM GRUPO

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Baleias jubartes se alimentando por “rede de bolhas” perto de Seward, no Alaska.






Populações de baleias jubartes desenvolveram técnicas de alimentação como a “rede de bolhas”. Algumas baleias se agrupam, mergulhando sincronicamente sob os cardumes e eliminando ar enquanto submersas, formando uma “cortina de bolhas” que cerca e prende o cardume. Logo em seguida, elas sobem em direção à superfície entre as bolhas com a boca aberta e as pregas ventrais expandidas, preenchendo a cavidade bucal com alimento e água. Quando chegam à superfície fecham a boca, contraem as pregas ventrais e com a língua pressionam o palato: a água então é eliminada por entre as barbatanas e o alimento fica ali retido.




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