AQUECIMENTO GLOBAL É FARSA!??? - INTERESSANTE ou Ser enganando esse tempo todo! Isto é achincalhante!”... & E se...O aquecimento global fosse resfriamento global?

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A tese do aquecimento global provocado pela atividade humana é uma farsa


Timothy Ball, ex-professor de climatologia da Universidade de Winnipeg, Canadá:

“O CO2 (dióxido de carbono) não é um gás poluente. Ele tem conseqüências positivas, na verdade. Quanto maior sua concentração na atmosfera, maior o crescimento das plantas. A atividade do Sol é o principal fator que afeta o clima no planeta, mas quase não é mencionada. (... ) Eles [os especialistas] têm medo de falar, são acusados de receber dinheiro da indústria do petróleo. Eu mesmo já fui alvo de ataques pessoais”.

Patrick Moore, Co-fundador da Greenpeace.

" A outra razão pela qual o extremismo ambiental surgiu foi o fracasso do comunismo mundial. O muro caiu, e um monte de pacifistas e ativistas políticos migraram para o movimento ambientalista trazendo seu neo-marxismo consigo. Aprenderam a usar a "lingua verde" de um jeito muito inteligente para disfarçar programas que na verdade tinham mais a ver com anticapitalismo e antiglobalização que qualquer coisa a ver com ecologia ou ciência".



Dr. Vaclav Klaus, Presidente da República Checa
“Como uma pessoa que viveu sob o comunismo na maior parte de sua vida eu me sinto obrigado a dizer que a maior ameaça à liberdade, à democracia, à economia de mercado e à prosperidade hoje em dia é o ambientalismo, não o comunismo. A ideologia ecologista quer substituir o livre e espontâneo desenvolvimento da humanidade com uma espécie de planificação central que agora é chamada de global”.


Henrik Svensmark, diretor do Centro para Pesquisas do Clima Solar, Centro Espacial de Dinamarca:

“Aqueles que acham absolutamente certo que o aumento das temperaturas deve-se exclusivamente ao dióxido de carbono não tem justificação científica. É pura conjetura.”



Prof. José Joaquim Delgado Domingos do Instituto Superior Técnico, Lisboa:
“É um perigoso disparate criar uma ideologia suportada no dióxido de carbono … O alarmismo atual das alterações climáticas é um instrumento de controlo social, um pretexto para grandes negócios e para o combate político. Transformou-se numa ideologia preocupante”

Dr. Takeda Kunihiko , vice-reitor do Instituto de Ciências e Tecnologia, Univ de Chubu, Japão:
“As emissões de CO 2 não causam absolutamente qualquer problema … Qualquer cientista sabe isso, mas não lhe pagam para dizê-lo … [A alguns pagam para dizer o contrário!] O aquecimento global, como veículo político, mantém os europeus sentados no veículo e os países em desenvolvimento a andarem descalços”

Prof Ivar Giaever, Premio Nobel de Fisica 1973:
"Eu não acredito no aquecimento global... ele transformou-se numa nova religião".

Dr. Will Happer, Prof. de Física na Universidade de Princeton:
“Estou convencido de que o alarme corrente pelo dióxido de carbono [CO²] está errado… Os temores de um aquecimento global antrópico estão desprovidos de garantias e não estão baseados em boa ciência.”

Dr. Jarl R. Ahlbeck, engenheiro químico na Universidade Abo Akademi da Finlândia:

“Até agora, as medições do mundo real não dão base para se preocupar com um aquecimento catastrófico futuro.”

Dr. Kiminori Itoh, físico-químico ambientalista, membro do IPCC:
“Os temores espalhados sobre o aquecimento global constituem o pior escândalo científico da história... Quando o público perceba a verdade, vai se sentir decepcionado com a ciência e com os cientistas”.

Dr. Arun Ahluwalia, geólogo da Universidade de Punjab , diretor do International Year of the Planet
“Atualmente, o IPCC virou um circuito fechado: não ouve os outros... Não tem abertura mental. Estou deveras surpreso pelo fato de o Prêmio Nobel da Paz ter sido outorgado [a Al Gore e ao IPCC] com base em conclusões cientificamente incorretas.”

Prof. Paul Reiter, Instituto Pasteur, Paris:

"Nós achamos que vivemos numa era de razão, e o alarme pelo aquecimento global parece ciência; mas não é ciência, é propaganda."

Prof. Ian Clark, Departamento das Ciências da Terra, Universidade de Otawa:
"Não podemos dizer que o CO2 vá dirigir as mudanças climáticas, certamente nunca o fez no passado."

Patrick Moore, Co-fundador da Greenpeace.
"O movimento ambientalista tornou-se a maior força que impede o desenvolvimento dos países subdesenvolvidos."

Philip K. Chapman, geofísico, engenheiro astronáutico, ex-astronauta, físico do M.I.T.
“Todos esses que exigem inverter a curva do aquecimento global com urgência precisam desligar o pisca-pisca e apresentar algum pensamento sobre o que nós deveríamos fazer se, em lugar do aquecimento global, nós estivéssemos enfrentando um esfriamento global”.

Dr Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da unidade de monitoramento por satélite da EMBRAPA:
“O ambientalismo não entendeu o conceito de desenvolvimento sustentável . (...) outra tendência perigosa é tratar o assunto de maneira apocalíptica. Só se prevêem coisas ruins com as mudanças climáticas. É preciso trazer outros pontos de vista. Por exemplo, o desaparecimento da calota polar vai gerar uma economia de combustível inacreditável, porque vai encurtar caminhos na navegação. É preciso lançar um pouco de racionalidade à questão, sobretudo quando se trata de hipótese inverificável. É curioso como os cientistas, senhores da razão e ateus, adotam nessa hora uma linguagem totalmente religiosa. Eles falam de toda a teologia do fim dos tempos, das catástrofes, do homem vitimado e castigado com o dilúvio, como Noé”.

Stanley B. Goldenberg, meteorologista da NOAA - National Oceanic and Atmospheric Administration:
“Há uma mentira ovante que está sendo espalhada pela mídia e que faz acreditar que só uma franja de cientistas não acredita no aquecimento global provocado pelo homem”. (Stanley B. Goldenberg é especialista em furacões na NOAA)


Prof David S Gee, professor emérito de Ciências da Terra, Universidade de Uppsala, Suécia:
“Durante mais quantos anos o planeta deverá ainda esfriar para que comecemos a ouvir que o planeta não está aquecendo? Durante mais quantos anos deverá continuar o atual esfriamento?”

Freeman Dyson, da US National Academy of Sciences e professor emérito de Física de Princeton:
“O mundo real é turvo, complicado e cheio de coisas que nós não entendemos ainda. É muito mais fácil para um cientista se sentar num prédio com aquecimento e fazer rodar modelos de computador do que se vestir com roupas de inverno e sair a medir o que realmente está acontecendo do lado de fora nos pântanos e nas nuvens. É por isto que os expertos em modelos climáticos acabam acreditando nos seus próprios modelos...” Freeman Dyson é membro da U.S. National Academy of Sciences e professor emérito de Física do Institute for Advanced Study da Universidade de Princeton.


R.Austin e W.Happer, professores de Física em Princeton; L.Gould, em Hartford; R.Lindzen (MIT) etc:

“O céu não está caindo, a Terra vem se esfriado há dez anos. O presente esfriamento NÃO foi predito pelos modelos de computador alarmistas. Os melhores meteorologistas do mundo não podem predizer o clima com duas semanas de antecipação, e nem ousam predizer o resto do século. Pode Al Gore? Pode John Holdren? Estamos sendo inundados de afirmações de que as provas são claras, de que o debate está encerrado e de que devemos agir imediatamente, mas de fato NÃO EXISTEM ESSAS PROVAS, NÃO EXISTEM.”

Prof. Nils Axel Mörner, ex-presidente da Comissão Internacional para os Câmbios do Nível do Mar:
“O mar não está crescendo e não cresceu nada nos últimos 50 anos”

Richard Keen, climatologista do Department of Atmospheric and Oceanic Sciences, Colorado Univ
“A Terra vem se esfriando desde 1998, em desafio às predições do IPCC da ONU... A temperatura global em 2007 foi a mais fria numa década e a mais fria do milênio... tal vez seja por isso que o “aquecimento global” está sendo chamado de “cambio climático”.

Dr. Pal Brekke, físico solar, do Norwegian Space Centre em Ohio:
“Quem quer que pretenda que o debate está encerrado e que as conclusões são definitivas pratica uma abordagem fundamentalmente anti-científica numa das questões mais nevrálgicas da nossa época”.

Luiz Carlos Baldicero Molion, Prof. de Meteorologia da Universidade Federal de Alagoas:
“Quando eu digo que muito provavelmente estamos num processo de resfriamento, eu faço por meio de dados. (...) eu já vi esse filme antes, na época do discurso da destruição da camada de ozônio pelos CFCs, os compostos de clorofluorcarbonos. (...) inventaram a história de que esses compostos estavam destruindo a camada de ozônio. Começou exatamente com a mesma fórmula de agora. (...) um terrorismo climático como é esse aquecimento global.”

Bob Carter, professor de geologia na Universidade James Cook, Austrália
“Ao longo dos últimos anos vem sendo registrados sinais climáticos mais frios do habitual em todo o mundo, levando muitos cientistas a questionar a moda, já muito desatualizada, do alarmismo com o aquecimento global”.


Fonte: http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/
Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
Aquecimento global e câmbio climático: vulcanólogo denuncia “enorme mentirada” visando um governo mundial ambientalista todo-poderoso
Entre apontamentos da década passada encontrei o seguinte artigo, do qual reproduzo excertos. É do famoso vulcanólogo Haroun Tazieff , ex-ministro da França, no governo de François Mitterrand, para a prevenção dos grandes riscos (1984-1986). Foi publicado pelo diário parisiense Le Monde, 2/6/92, sob o título “‘Efeito estufa’ e ‘buraco de ozônio’”.

Os seus argumentos são lógicos, incisivos, atualíssimos. Ele se soma à legião de cientistas que denuncia o que Tazieff qualifica de “enorme mentirada”.

Como é, desde aquela data, essa “enorme mentirada” só progridiu na mídia, nos governos e na ONU?

Não se entende à luz da ciência. Difícil acreditar que os donos da “mídia” não percebam que se trata de “má ciência-ficção”, como diz Tazieff.

O que é? Parece mesmo ser uma estranha religião... sem Deus é claro!
Escreveu o vulcanólogo: “Há muitos anos uma
campanha de imprensa, TV e rádio, conduzida com grande dispêndio a escala mundial se esforça em propagar rumores sobre pretensas certezas científicas segundo as quais um “efeito estufa” antropogénico estaria aquecendo a atmosfera de nosso planeta e que as conseqüências desse aquecimento serão catastróficas.

Mídia espalha enorme mentirada sobre aquecimento global (Haroun Tazieff)

“Em decorrência da dilatação das águas oceânicas e ao derretimento dos glaciares, o nível dos mares subiria vários metros pondo em perigo centenas de milhões de pessoas instaladas a menos de dois ou três metros de altura e engoliria inumeráveis cidades, entre as quais todas as megalópoles costeiras construídas logo acima do nível atual do mar.

“É-nos afirmado, sem a menor demonstração científica séria, mas na base de simples hipóteses de maneira alguma demonstradas, que a responsabilidade humana na acentuação do “efeito estufa” já não é mais contestada...

“Esta afirmação é contrária à verdade: numerosos cientistas de alta qualificação contestam formalmente que a injeção de gases como os clorofluorocarbonetos, o metano e o gás carbônico acentuam o “efeito estufa” natural gerado pela atmosfera.

“Fala-se de um aquecimento da atmosfera, de um aumento da “temperatura do planeta” como se fosse um fato tirado da observação, de um fenômeno devidamente constatado.

“Ora, na hora presente nada permite semelhante afirmação, a não serem alegações de cientistas que têm interesses bem diversos.
“Por outra parte, o cenário-catástrofe da elevação do nível dos mares pelo derretimento dos glaciares pertence a uma ciência-ficção que ignora a física elementar: os glaciares da Antártida e os da Groenlândia têm uma temperatura de várias dezenas de graus negativos, e não são os três a seis graus anunciados pelos arautos do catastrofismo deste fim de milênio que alguma vez irão derreter um só centímetro cúbico de um glaciar de -20 ou -60C...

Má ciência-ficção e não ciência (Haroun Tazieff)


“Esta má ciência-ficção, entretanto vem sendo largamente difundida por todas as mídias do mundo há uma vintena de anos.

“O catastrofismo vende-se incomparavelmente melhor que o contrário. O poder de grupos de pressão tão transnacionais quanto poderosos impede na prática que se exprimam publicamente os cientistas competentes e respeitosos da ética e que desejam restabelecer a verdade.
“A enorme mentirada da ameaça mundial que representaria o gás carbônico e os clorofluorocarbonetos não só chegou a ser levada em linha de conta pelos responsáveis dos governos, mas é afirmada como incontestável pelos jornalistas, igualmente ludibriados pelos sofismas seudo-científicos.

Má fé prepara autoridade política mundial ambientalista todo-poderosa (Haroun Tazieff)

“Essa falta de boa fé na informação de dados científicos importantes não vem sozinha. Ela envolve, por uma parte, cifras de negócios que atingem dezenas de bilhões anuais.

“E a organização de uma espécie de governo mundial ambientalista todo-poderoso.”

CIENTISTAS REALISTAS REFUTAM PANICO AMBIENTALISTA
Alguns exemplos:
Dr. Patrick Frank, químico, autor de mais de 50 artigos:
“Não há base científica garantida alguma para asseverar que o aquecimento é causado por gases estufa produzidos pelo homem porque a teoria física atual é extremamente inadequada para definir qualquer causa que seja”.
Martin Keeley, Prof. de Geologia do Petróleo no University College de Londres:
“O aquecimento global é, além do mais, uma fraude perpetrada por cientistas com interesses dissimulados, mas que têm necessidade urgente de fazerem cursos de geologia, lógica e filosofia da ciência.”
Dr. Guy LeBlanc Smith, ex-chefe de pesquisas da CSIRO, Austrália:
“Eu ainda estou para ver uma prova crível de que o dióxido de carbono (CO2) está provocando a mudança climática, ou que só o CO2 feito pelo homem a está provocando. Faltam dados atmosféricos e os dados do cerne do gelo recusam essa hipótese. Quando é que nós acordaremos coletivamente de essa ilusão enganosa”.
Prof. David Bellamy, naturalista:
“O aquecimento global — pelo menos na última visão de pesadelo moderno — é um mito. Estou certo disso e também pensa assim um crescente número de cientistas. Mas o que é verdadeiramente preocupante é que os políticos e responsáveis pelas decisões políticas não pensam assim.”
Harrison “Jack” Schmitt, ex-astronauta e geólogo da NASA:
“O ‘medo do aquecimento global’ está sendo usado como um instrumento político para aumentar o controle do governo sobre a vida dos americanos, suas rendas e tomadas de decisões”.
Dr Arthur Douglas, ex-presidente do Atmospheric Sciences Department da Universidade de Creighton:
“Qualquer que seja o clima, não está sendo causado pelo aquecimento global. Se está acontecendo alguma coisa é que tal vez esteja começando um período de arrefecimento.”

Ian Plimer, professor de Geologia da Universidade de Adelaide, Austrália:
“O aquecimento global antrópico [ligado ao homem] é o maior, mais perigoso e mais ruinosamente caro golpe trapaceiro da história. É a nova religião para a população urbana que perdeu a fé no Cristianismo. O relatório do IPCC é sua Bíblia. Al Gore e Lord Stern são seus profetas."

PROFECIAS E PROFETAS DO AMBIENTALISMO NEO-COMUNISTA
Alguns exemplos:
Al Gore, Prêmio Nobel pela pregação ambientalista
“Muitos cientistas estão alertando agora que nós estamos nos aproximando de vários ‘pontos de virada’ que poderiam — num período brevíssimo de 10 anos — tornar impossível impedirmos danos irreversíveis na habitabilidade do planeta para a civilização humana.” Discurso na New York University Law School (18/09/06)

Jacques Attali, ex-conselheiro presidencial socialista francês:
“A História nos ensina que a humanidade só evolui significativamente quando ela sente medo verdadeiramente... [Para nos preservarmos das pandemias] “é preciso montar uma polícia mundial, criar reservas mundiais de alimentos e aplicar um sistema de impostos mundial. Assim conseguiremos criar as bases de um verdadeiro governo mundial mais rápido do que impelidos por simples razões econômicas”. Blog “Conversation avec Jacques Attali”.
Barack Hussein Obama, presidente dos EUA:
“Os EUA – e o mundo ‒ enfrentam poucos desafios mais urgentes do que combater o câmbio climático (...). A ciência já deixou atrás a discussão e os fatos são claros. Os nível dos mares está subindo. As praias estão encolhendo. Vemos secas recorde, crescente fomes e tempestades mais fortes cada vez que vem uma estação de furacões.” Discurso para governadores e mais de 600 ambientalistas de todo o mundo, novembro 2008.

Senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva:
“Chico (Mendes) talvez nem soubesse o que queria dizer ecologia e muito menos holocausto ecológico quando começou sua romaria pela floresta para organizar a peãzada dos seringueiros ‒ primeiro, no sindicato dos trabalhadores rurais e, mais tarde, para criar o PT. (...) ele acabou juntando numa bandeira só a luta ecológica, a luta sindical e a luta partidária, porque sabia que elas são indissociáveis...”

Ex-frade e teólogo da libertação Leonardo Boff:
“A roda do aquecimento global não pode mais ser parada, (...) a Terra como conjunto de ecossistemas já se tornou insustentável porque o consumo humano, especialmente dos ricos que esbanjam, já passou em 40% de sua capacidade de reposição. “Esta conjuntura pode levar a uma tragédia ecológico-humanitária de proporções inimagináveis e, até pelo final do século, ao desaparecimento da espécie humana.” “Uma Silva sucessora de um Silva?”, agência Adital.


James Lovelock, teorizador da Terra como ser vivo ou Gaia:
“Nós acreditamos termos ganho todas as batalhas, mas na realidade progredimos de mais, temos bocas de mais para alimentar e o inverno se aproxima. Se acontecer o aumento da temperatura que eu prevejo de 6 a 8°C, a civilização poderia estar ameaçada: nós veremos uma extinção em massa das espécies, a agricultura ficará impossível em boa parte do globo. Não haverá alimentos suficientes, haverá conflitos, a humanidade concentrar-se-á em volta das regiões polares”. Livro “A Vingança de Gaia”.

José Bové: ativista “verde” altermundialista e anticapitalista:
“a ecologia não é compatível com o capitalismo. Todas as ideologias produtivistas fracassaram (...) com o aquecimento climático que se acelera. (...) Nós temos necessidade de virar as costas para o modelo produtivista agrícola que eliminou milhões de camponeses, destruiu a qualidade dos alimentos e depredou o meio ambiente.” “Le Monde”, 23.06.09

Science Daily: derretimento da Antártida submergirá Washington D.C., New York, Florida e Califórnia
“A catastrófica ascensão do nível do mar, atingirá quase 6,3 metros em locais como Washington D.C., disseram cientistas, submergindo-os largamente. Muitas áreas costeiras seriam devastadas. Boa parte da Florida desapareceria segundo pesquisadores da Universidade do Estado de Oregon. (...) Haverá muita água adicional, especialmente em áreas altamente povoadas como Washington, D.C., New York City, e a costa da Califórnia.”

John Holdren, assessor para Ciência do presidente Obama: “Um envolvente Regime Planetário controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais, renováveis e não-renováveis. Ele teria o poder de controlar a poluição não só na atmosfera e nos oceanos, mas também na água doce de rios e lagos. Regularia todo o comércio incluindo todos os alimentos. Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países. E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: ‘pois o Regime Planetário com certeza!’ Livro: “Ecoscience: Population, Resources, Environment”.


Frei Betto: frade dominicano teólogo da libertação:
“A bandeira da ecologia também é revolucionária. A questão ecológica atinge indistintamente a todos. (...) Nós tínhamos uma idéia de classe, muito permeada pelo econômico. Às vezes, deixávamos de ampliar o leque de aliados por não perceber que há demandas que dizem respeito à vida das classes dominantes, tanto quanto à nossa vida, como é a questão do meio ambiente.” “Desafios da Educação Popular”.

Jacques Attali, ex-presidente Banco Europeu para a Reconstrução:
“a transformação do clima, piorada ou não pela atividade humana, poderia ter em curto prazo conseqüências mortais para a espécie humana: liberando bactérias contidas na tundra siberiana ou poços de metano que se estenderiam sobre o planeta como uma nuvem asfixiante. Alguns cientistas até predizem a data da catástrofe: 2012.” Blog “Conversation avec Jacques Attali”.

Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009
Aquecimento global ou câmbio climático causado pelo homem: “céticos” 13 x IPCC 1

afirmações do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) da ONU e do ex-vice-presidente Al Gore. Estes estão alarmando o mundo com a idéia de um suposto aquecimento global antrópico desastroso.

A informação está contida no U.S. Senate Minority Report, relatório de 255 páginas publicado em 2009 sob os auspícios do Comitê do Senado americano para Meio Ambiente e Obras Públicas.

Esses mais de 700 cientistas que desafiam o falso “consenso” equivalem a 13 vezes o número de cientistas da ONU (52 ao total) que aprovaram o alarmista 2007 Summary for Policymakers do IPCC.

A voz do coro dos cientistas “realistas” ou “céticos” ressoou com crescente força nos anos 2008 e 2009, constata o relatório.

Uma verdadeira enxurrada mundial de estudos, análises, coleções de dados do mundo real e de denúncias de improcedentes aplicações e comentários puseram em apertos o IPCC e o ativista Al Gore.

Acresce que os cientistas também não compreendem como Gore e o IPCC podem ter ganhado o Premio Nobel da Paz com sua anti-cientifica, ideológica e até estelionatária militância pelo catastrofismo climático.

Leia o documento completo (255 páginas em inglês) aqui.

http://epw.senate.gov/public/index.cfm?FuseAction=Files.View&FileStore_id=83947f5d-d84a-4a84-ad5d-6e2d71db52d9

ou no anexo em PDF index.cfm
(o texto está em inglês)

Mais de 1.400 sites e blogs publicaram, mas a grande imprensa brasileira ainda o ignora!

Fontes: Senado dos EUA -- Canadá Free Press
http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/

Terça-feira, 28 de Julho de 2009
Julho bate 3.000 recordes de frio e site especializado faz esclarecimento
O site americano AccuWeather.com, popular pelas suas informações sobre o clima para a vida cotidiana, informou que durante o mês de julho, só nos EUA foram batidos 3.000 recordes de baixa temperatura.

O site ficou saturado de acessos e comentários: num só dia mais do que em dois meses!

Predominaram largamente os comentários manifestando descontentamento com a tendenciosa onda criada em torno do “aquecimento global” e do “câmbio climático”.

AccuWeather.com, entretanto, não tem posição tomada nessa matéria. Ele apenas visou informar sobre o estado real do clima para as pessoas se orientarem nos seus afazeres quotidianos.

Mas, tal foi a catarata de mensagens de leitores, sobre tudo os que tinham lido o Drudge Report do dia, queixosos com os abusos da propaganda anti-civilizatória, que o site julgou oportuno esclarecer sua posição isenta no polêmico assunto.

O site também aponta para o cuidado que se deve tomar com os dados imediatos, sem se tirar conseqüências apressadas num sentido ou outro. Câmbios num breve período de tempo podem ser esporádicos ou contingentes e não indicar uma tendência em longo prazo.

O oportuno desmentido teve o mérito de patentear várias realidades:

1) O inconformismo da opinião pública com os abusos do catastrofismo sobre o pretenso “aquecimento global” ou “câmbio climático” de origem humana,

2) É a natureza e não as elucubrações humanas, e menos ainda os famigerados “modelos de computador” que marcam o rumo do clima.

3) A marcha retilínea para uma catástrofe global climática não é confirmada pela natureza.
4) No momento, neste verão americano, a tendência do clima é de esfriar.

Aliás, em alguns outros países também há essa tendência, como mostram as insólitas nevadas no centro e no norte da Argentina.(foto ao lado)

A isenção de espírito de AccuWeather.com contrasta com o sensacionalismo publicitário e merece ser louvada. Sobre tudo, quando é silenciada pela grande imprensa, cada vez mais propensa a espalhar boatos ideológicos desanimadores e em abafar informações equilibradas.

Quarta-feira, 22 de Julho de 2009
INQUISIÇÃO: Você se atreve a desafiar o aquecimento global com um debate científico?


Quarta-feira, 15 de Julho de 2009
“Verdes” catastrofistas tentam silenciar especialista em fórum de Brasília

O pesquisador e ex-diretor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Eustáquio Reis, defendeu os benefícios do desmatamento num fórum sobre meio ambiente, realizado durante o 11° Festival Internacional de Cinema Ambiental (Fica).

Eustáquio Reis, no 11° Festival Internacional de Cinema Ambiental

Segundo a Agência Brasil, os ambientalistas presentes perderam as estribeiras. Reis, que é Doutor em economia, defendeu que o desmatamento “tem benefícios”.

“As estradas são vistas como demônios na Amazônia”, acrescentou. “Não é assim. (...) seria criminoso com os produtores e com o país negar oportunidades mais competitivas de transporte”
A cólera dos “verdes” atingiu um ápice quando o especialista afirmou que o desmatamento quase total da Mata Atlântica em São Paulo “não trouxe nenhuma conseqüência mais drástica” para o estado ou para o país. “Pergunte aos italianos, aos japoneses, aos que vieram para o Brasil se eles se arrependeram de ter desmatado”, disse.

Reis apontou a existência de interesses internacionais obscuros nas campanhas para manter intocada a floresta da Amazônia com o subterfúgio de que assim se reduziriam as mudanças climáticas.

Ele também questionou o cenário apocalíptico que prevê a transformação da floresta em savana por causa do aquecimento do planeta.

“Essa idéia de savanização é até irônica, disse. Se tivermos garantia de savanização da Amazônia, então o melhor é aproveitá-la logo antes que se torne improdutiva”.

A platéia ambientalista ficou de tal maneira exaltada que o coordenador do fórum, professor Laerte Guimarães Ferreira, do Instituto de Estudos Socioambientais da Universidade Federal de Goiás, teve que intervir para impedir um entrechoque.

O ecologismo fanático não se baseia em raciocínios científicos. Quando alguém apresenta esses argumentos ou raciocina com bom senso, esses “verdes” apelam para o abafamento por meio do berreiro. No caso foi a viva voz, outras vezes é criando um estrépito midiático contra os defensores da racionalidade.

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Em Nova York, centenas de cientistas “realistas” acham absurdo o homem poder controlar o clima

enganando esse tempo todo! Isto é achincalhante!”, exclamou o deputado americano Dana Rohrabacher, da Califórnia, diante dos depoimentos de perto de 400 cientistas “realistas” reunidos em Nova York.

Eles participaram da 3ª Conferência Internacional sobre o Câmbio Climático visando responder com equilíbrio aos exageros do ecologismo catastrofista. Eles voltaram a se reunir no mês de junho em Washington D.C. Nesta ocasião publicaram uma refutação dos mitos climáticos num livro de 880 páginas: “Climate Change Reconsidered: The 2009 Report of the Nongovernmental International Panel on Climate Change (NIPCC)”. O relatório é uma resposta a agenda climática extremista do presidente Obama para a conferência de Copenhague, dezembro 2009.

Essas grandes assembléias não tiveram quase cobertura na mídia brasileira.
Elas foram promovidas pelo The Heartland Institute e outros “think tanks” e grupos “realistas” do Ocidente, Japão e Austrália.

Joseph L. Bast, presidente do Heartland Institute sublinhou: “se V. abre seu jornal, liga sua TV, provavelmente vai ver alarmismo catastrofista global e só isso”.

“Como é que você pode controlar o clima?”, perguntou argutamente o professor Bob Carter, da universidade australiana James Cook.
“Pretender que alguém possa controlar a natureza e regular os ritmos do clima, sobre tudo quando nem sequer nós somos capazes de predizê-lo corretamente, é algo patentemente absurdo”, disse Cook.

De fato, só um Deus Criador do Céu e da Terra é capaz de controlar o clima.

O catastrofismo ecologista reedita a historinha da criança impotente que pretende frear o mar construindo muralhas de areia. E, ainda depois choraminga porque não está conseguindo.

Quarta-feira, 3 de Junho de 2009
Centenas de cientistas recusam aquecimento global de origem humana fabulado pelo IPCC


Teólogo romano denuncia origem comum do ambientalismo radical, do nazismo e do comunismo

Para o Pe. Paul Haffner, professor de teologia da celebérrima Universidade Gregoriana de Roma, os ambientalistas radicais professam um credo anti-religioso materialista.

Esse credo deu à luz no século 20 os grandes regimes totalitários. Esse materialismo radical está na origem do nazismo, do stalinismo, e de filosofias panteístas da Nova Era.

“O que liga a todos eles é, antes de tudo, a rejeição da revelação divina, de Cristo, e da visão cristã. Portanto, professam conjuntamente uma visão materialista da pessoa humana, segundo a qual o homem é só matéria, e ele igual a um animal, e deve ser tratada como tal”, disse o Pe. Haffner em entrevista a LifeSiteNews.

LEIA MAIS EM http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/
15 set 2011 -

No Ártico, camada de gelo baixa ao menor nível da história
Com base em imagens de satélites, três institutos diferentes confirmaram uma tendência que vem sendo mantida há 5 anos. Os estudos mostram que se a redução do gelo no Ártico continuar neste ritmo é possível que na próxima década o gelo não seja mais observado naquela região.


De acordo com cientistas da Universidade de Bremen, na Alemanha, medições feitas em setembro mostraram que a diminuição do gelo boreal deste ano (2011) bateu o recorde histórico medido em 2007. A afirmação é corroborada pela Agência Espacial Europeia, ESA, que informou que desde que começaram as medições por satélite na década de 1970, esta é a menor extensão de gelo observada nos últimos cinco anos.

Segundo Centro Nacional de Dados de Neve e Gelo dos EUA, NSIDC, este ano não deve bater o recorde, mas deve permanecer em segundo lugar, em uma espécie de empate técnico com o ano de 2007.

No entender dos climatologistas, a ausência de gelo no verão no Ártico pode afetar todo o clima do planeta. Segundo os meteorologistas, os recentes invernos rigorosos observados na Europa e na América do Norte já são um sinal dessas mudanças, pois o oceano mais quente e aberto no Ártico desvia os ventos polares para o sul.


Para o pesquisador Georg Heygsterall, da Universidade de Bremen, mais preocupante que o recorde de degelo é a tendência observada, já que todos os verões boreais desde 2007 tiveram degelos maiores do que antes daquele ano.

Os dados utilizados pela Universidade de Bremen e pela ESA diferem daqueles usados pelo NSIDC, dos EUA. Apesar de ambos usarem imagens de satélites para quantificar a perda do gelo, as observações europeias permitem maior resolução da região, de 6 km por pixel contra 25 km por pixel.

Maior que o previsto
Baseados nos dados coletados nos últimos anos, os cientistas envolvidos no trabalho de mensurar a perda de gelo do ártico são unânimes e afirmam que o gelo marinho no verão está desaparecendo em um ritmo maior do que se previa.
"Um verão sem gelo no Ártico está rapidamente a caminho. A maioria dos dados mostra que os modelos estão subestimando o ritmo da perda de gelo", disse Kim Holmen, diretor-chefe do Instituto Polar da Noruega. "Estamos testemunhando uma mudança mais rápida do que os modelos sugeriram, o que pode significar que existem outros processos que ainda estamos por compreender".


A afirmação de Holmen é uma alusão aos relatórios divulgados há 4 anos pelo IPCC, Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, que previam que os níveis de degelo agora observados só deveriam ocorrer daqui a três décadas. No relatório, o IPCC previu que o Ártico ficaria sem o gelo no verão somente no final deste século, mas isso pode acontecer já em 2013. Outros pesquisadores são mais conservadores e acreditam que isso deverá ocorrer entre 2020 e 2050.
No início do ano, a Organização Meteorológica Mundial declarou que o ano de 2010 empatou com 1998 e 2005 como os mais quentes desde que se iniciaram o início dos registros, há quase 150 anos.

 
Fotos: no topo, mapas baseados em imagem de satélites comparam a perda de gelo na região ártica entre os anos de 2007 e 2011. Na sequência, gráfico mostra a perda de gelo desde 1970, quando as medições começaram a ser feitas por satélites. Acima, imagem captada pelo satélite Envisat mostra a rota aberta pelo degelo no ártico ao longo da costa do Canadá, totalmente navegável no mês de setembro de 2007. Crédito: ESA, Universidade de Bremen, Apolo11.com.

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14/09/2011 11:55

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Camada de gelo no Ártico baixa ao menor nível histórico

A Agência Espacial Europeia chegou à conclusão a partir de medições dos satélites de observação da Terra


AFP
Navio de pesquisas e abastecimento alemão navega no Ártico
Navio de pesquisas e abastecimento alemão navega no Ártico

Frankfurt - A camada de gelo do Ártico diminuiu ao menor nível já registrado, segundo as medições dos satélites de observação da Terra.
A Agência Espacial Europeia (ESA) informou nesta quarta-feira que "nos últimos cinco anos foi observada a extensão de gelo mais baixa desde que começou a medição com satélites nos anos 70".
A camada de gelo que era de 8 milhões de quilômetros quadrados nos anos 80, foi reduzida pela metade em 2007. Os satélites que observam a Terra permitem medir a quantidade de gelo em áreas inacessíveis, como no Ártico. Este ano, a extensão de gelo no Ártico é comparável ao mínimo de 2007, informou a ESA.
Neste sentido, os cientistas da Universidade de Brêmen, na Alemanha, consideram que a extensão de gelo caiu no início de setembro abaixo dos valores mínimos registrados. Os mapas são feitos de acordo com as observações do satélite Aqua da Nasa que utiliza tecnologia japonesa de micro-onda.
A ESA publicou recentemente uma imagem do oceano Glacial Ártico feita a partir de uma montagem de várias fotografias tiradas pelo satélite Envisat nos dias 9 e 11 de setembro, na qual se pode ver uma enorme mancha azul formada pela extensão de gelo que ocupa 80% da superfície marinha da região.
Já o Centro Nacional de Dados de Gelo e Neve dos EUA afirma que o nível mínimo de 2007 ainda não foi alcançado, mas falta muito pouco.
As equipes internacionais usam vários métodos para medir a camada de gelo com base nas observações de diferentes satélites, apesar disso, as diferenças nos resultados são pequenas, segundo a ESA.
"Está claro que é uma consequência do aquecimento global ocasionado pelo homem, com consequências globais", revelou o pesquisador da Universidade de Brêmen Georg Heygster que também acrescentou que a vida de peixes, algas e mamíferos como focas e ursos diminuiu.
Além disso, em agosto foram abertas duas grandes rotas de navegação no oceano Glacial Ártico como consequência do descongelamento, o que indica uma redução significativa da camada de gelo.
O satélite meteorológico CryoSat, da ESA, lançado em abril de 2010, explora os polos Norte e Sul e ajuda a compreender as mudanças na espessura da camada de gelo.

Extraído de: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/camada-de-gelo-no-artico-baixa-a-nivel-minimo-historico

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Esfriamento global

Esfriamento global (Brasil) ou arrefecimento global (Portugal) geralmente pode se referir a um esfriamento da Terra; mas refere-se especificamente, a uma teoria sobre um esfriamento total da superfície e atmosfera da Terra podendo desencadear numa nova era glacial.

Teoria
Esta teoria ganhou fama devido às intensas discussões sobre o aquecimento global divulgado no meio científico, e de fato verifica-se assim, que ao longo dos séculos há ciclos temporários de queda de temperatura precedidas por períodos de aquecimento, e isto deve-se a prolongada atividade solar. Esta teoria contraria a opinião da maioria das organizações de defesa do meio-ambiente, e boa parte da comunidade científica, mas mesmo entre esta há quem a defenda e ainda afirma que a atual atividade industrial não influencia de forma determinante no clima do planeta, que ao longo dos séculos passou por períodos de aquecimento e esfriamento, colocando assim o efeito estufa como um fator secundário e não determinante para o aquecimento global.

Eventos Históricos
Entre 1645 e 1715 (período conhecido pelo nome de Pequena Idade do Gelo) houve um esfriamento que afetou Europa, América do Norte e Groenlândia, e que coincidiu com uma diminuição da atividade solar, período no qual rios europeus como o Tâmisa e o Sena congelaram.

Então segundo esta hipótese a população não estaria em condições de influenciar no aquecimento global da Terra, que, após um período de aquecimento, sempre experimenta outro de esfriamento. No entanto um aumento de atividades vulcânicas neste período, também podem ser responsáveis pelo resfriamento através do efeito do Escurecimento global.

Desde finais da década de 40 e até 1970, houve decréscimo da radiação solar e há evidências de que o mundo estava esfriando. Desde 1970 até a metade da década de 1990 a incidência da radiação solar aumentou e constatou-se que a temperatura terrestre também aumentou neste período. Porém no mesmo período houve uma grande produção da poluição de partículas de aerossóis que também provocam o efeito do Escurecimento global que também explicariam o esfriamento.

Previsões
Alguns cientistas defensores desta teoria prevêem que entre os anos de 2012 a 2015, a temperatura global da Terra começará uma lenta redução, que alcançará os níveis mínimos entre 2055 e 2060. Esse período de esfriamento durará pelo menos 50 anos e que, até o século XXII, a Terra começará novamente outra fase de aquecimento global.

Notas
Como já notado por alguns cientistas, o clima pode surpreender com novidades, um exemplo pode ocorrer com a atividade solar, segundo previsões ele está ampliando ainda mais sua atividade podendo provocar um aquecimento ainda maior ao que é observado no momento, a questão é nunca colocar hipótese como se fosse "verdade".

Outro ponto é que os mares com a enorme complexidade das correntes que podem ser controladas quer pela Lua, Sol, pela variação do sal contido em determinada área e em até certo ponto por um grande deslocamento de seres vivos (como no caso do Kril). Tudo isso torna muito difícil sabermos o que ocorrerá com determinada região. Mas os computadores estão cada vez mais processando uma quantidade maior de dados em velocidade cada vez mais rápidas ,tornado assim as previsões mais precisas.Um exemplo disto ocorreu no litoral sul do Brasil com o chamado furacão Catarina que foi previsto pelo supercomputador japonês chamado Simulador Terrestre (Earth Simulator[1]).

Pequena Idade do Gelo

A estimativa do arrefecimento ocorrido durante a Pequena Idade do Gelo (Little Ice Age) não é a mesma para os vários estudos publicados.
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A Pequena Idade do Gelo foi um período de arrefecimento que ocorreu na Era Moderna. Os climatologistas não estão de acordo sobre as datas de início e fim deste período. Alguns defendem que se teria iniciado no século XVI e terminado na primeira metade do século XIX, enquanto que outros sugerem um período do século XIII ao século XVII. Teria sido nos anos 1650, 1770 e 1850 que ocorreram os mínimos de temperatura, cada um separado por intervalos ligeiramente mais quentes [1]. O período mais frio da Pequena Era Glacial parece estar relacionado com uma profunda queda nas tempestades solares conhecida como "Mínimo de Maunder".

Foi no século XVII, devido à Pequena Idade do Gelo, que os Vikings abandonaram a Groenlândia, cuja vegetação passou de verdejante a tundra. A Finlândia perdeu então um terço da sua população e a Islândia metade. Na Inglaterra, o Tamisa gelou (pela primeira vez em 1607, pela última em 1814). No Inverno de 1780, a zona fluvial de Nova Iorque gelou e podia-se ir a pé da ilha de Manhattan à de Staten Island, tendo sido bloqueadas as ligações comerciais por via marítima. Os canais holandeses costumavam ficar completamente congelados. As geleiras nos Alpes cobriam aldeias inteiras, matando milhares de pessoas, e se formou uma grande quantidade de gelo no mar, a tal ponto que não existia mar aberto em torno da Islândia em 1695.

Uma cena no gelo de Hendrick Avercamp (1585 - 1634), Países Baixos. O frio extremo do inverno de 1608 que inspirou esta cena foi típico durante o período de 1565 a 1665.

Alguns investigadores acreditam que o aquecimento atual do planeta corresponde a um período de recuperação após a Pequena Idade do Gelo e que a atividade humana não é um fator decisivo para a atual tendência de aumento da temperatura global. No entanto, esta tese é combatida pela maioria da comunidade científica e pelos ambientalistas em razão da grande proporção da elevação da temperatura nas recentes décadas após a Revolução Industrial.


Extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Esfriamento_global
Extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pequena_Idade_do_Gelo
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Resfriamento Global para os próximos 20 anos

Enviado por em 09/01/2010
O jornalista André Guilherme e a meteorologista Aline Ribeiro entrevistam o professor da Universidade Federal de Alagoas, Luiz Carlos Molion. Segundo o estudioso o clima não está aquecendo, ele afirma que próximos 20 anos serão de resfriamento do planeta. Confira! Para mais notícias acesse: www.jovempan.com.br











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Pode ter certeza: seria pior, muito pior. E, aliás, ainda pode acontecer se continuarmos a aquecer o planeta. Isso porque a causa para uma nova Era Glacial pode ser justamente o aquecimento global

O Canal 4 britânico produziu um documentário devastador intitulado "A Grande Fraude do Aquecimento Global". Ele não foi, ao que parece, exibido por nenhuma das redes de televisão nos EUA. Mas, felizmente, ele está disponível na Internet.

E se...O aquecimento global fosse resfriamento global?





Pode ter certeza: seria pior, muito pior. E, aliás, ainda pode acontecer se continuarmos a aquecer o planeta. Isso porque a causa para uma nova Era Glacial pode ser justamente o aquecimento global

(Fabio Marton)

Revista Superinteressante - 12/2007

Vamos supor que o aquecimento acabe com as geleiras da Groenlândia, inundando de água doce o Atlântico Norte. Sem o sal, a água marinha não pode afundar e voltar para o Caribe, fazendo a corrente do Golfo parar de funcionar.

O norte europeu não tem mais verão e, a partir da Escandinávia, o gelo vai tomando a Europa ano após ano. Como o gelo é branco, reflete quase toda a luz do Sol, numa reação em cadeia que torna tudo cada vez mais frio.

Pior: o gelo prende a água, e esse tipo de vapor de água é um gás que chega a ser 3 vezes mais potente que o gás carbônico no efeito estufa, que tanto causa o aquecimento global como torna a Terra habitável.

Resultado: temperaturas globais de 10 graus Celsius a menos. Camadas de neve com quilômetros de espessura tomam o hemisfério norte do pólo até Nova York, Canadá, norte da Europa e talvez também a Argentina. Boa parte desses países se torna inabitável.

No Brasil, em compensação, maravilha: a Amazônia se transforma em cerrado. O clima aqui fica mais parecido com o da Argentina de hoje, florestas de araucárias tomam a paisagem até Minas Gerais. Temos neve todo ano em Curitiba, Porto Alegre e, vez por outra, até no Rio de Janeiro. Em vez de cana e soja, passamos a plantar trigo. E deliciosas cerejas para o Natal.

POBRES PAÍSES RICOS
Com o avanço das geleiras e a destruição da agricultura, imigrantes ilegais americanos, movidos pela fome, invadem o México. O mesmo acontece com ingleses na Índia. Guerras de conquista rumo ao sul se tornam o padrão. Com um clima temperado, o Brasil se torna um grande alvo.

MINHOCÃO CARIOCA
A baixa dos oceanos muda o mapa do mundo inteiro. Toda a baía de Guanabara iria virar um laguinho, que encolheria com a evaporação da água, abrindo espaço para um intenso avanço urbano. A ponte Rio-Niterói viraria um elevado, tipo o Minhocão de São Paulo.

ATRAVESSANDO O DESERTO
Durante a última Era do Gelo, o deserto do Saara era uma floresta tropical. A diminuição de temperatura permitiria à umidade do Atlântico e Mediterrâneo chegar com mais força ao deserto, tornando-o habitável novamente.

CABEÇAS QUENTES
Para conter o resfriamento causado pela perda da corrente do Golfo, não vai faltar maluco propondo jogar mais carbono na atmosfera - e assim esquentar ainda mais este planetinha. Aliás, isso até já existe: na Rússia há um movimento pró-aquecimento global.

O REMELEXO DAS CORRENTES NO MUNDO
As correntes quentes ajudam a manter o nível dos oceanos. Ao esfriarem, elas fazem com que esse nível diminua - e alteram totalmente a paisagem do planeta

Como é hoje...


... E como ficaria se resfriasse


Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/conteudo_267052.shtml



Estudo revela que desmatamento em escala global pode produzir efeito de resfriamento do clima. Segundo cientistas, reflorestamento só ajudaria a mitigar aquecimento global quando feito em baixas latitudes.


Resfriamento global?

10/4/2007
Agência FAPESP – O desmatamento dá uma contribuição incontestável para o aquecimento global? Nem sempre, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores franceses e norte-americanos e publicado hoje no site da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas).

Os autores realizaram simulações de desmatamento utilizando um modelo global 3-D do ciclo de carbono e do clima, representando interações físicas e biogeoquímicas entre a terra, a atmosfera e o oceano. Os resultados sugerem que o desmatamento em escala global produz um claro efeito de resfriamento.

Os pesquisadores não contestam que o desmatamento envia grandes quantidades de CO2 à atmosfera, exercendo uma influência de aquecimento no clima da Terra. No entanto, diz o estudo, os efeitos biofísicos do desmatamento – como mudanças no índice de reflexividade da terra, evapotranspiração e cobertura de nuvens – também afetam o clima.

O efeito de aquecimento causado pelo ciclo de carbono e pelo desmatamento, diz a pesquisa, é sobrepujado pelo efeito de resfriamento associado com mudanças na reflexividade e na evapotranspiração.

O estudo foi realizado por uma equipe de pesquisadores do Laboratório Nacional Lawrence Livermore (Estados Unidos), do Departamento de Ecologia Global da Carnegie Institution (Estados Unidos) e da Universidade de Montpellier (França).

Experimentos voltados para o desmatamento em latitudes específicas indicaram que, embora os esforços de reflorestamento nos trópicos possam reduzir o aquecimento global, projetos semelhantes nas regiões temperadas poderiam trazer apenas benefícios menores.

Os cientistas advertem que o desmatamento tem diferentes conseqüências globais e locais, produzindo principalmente esfriamento local por clarear a superfície da Terra, mas esquentando o resto do planeta ao emitir CO2.

Embora os resultados questionem a eficácia dos projetos de reflorestamento em regiões temperadas para fins de mitigação do aquecimento global, os cientistas frisam que as florestas continuam sendo valiosas fontes de recursos ambientais por diversas razões não relacionadas com o clima. "A destruição de ecossistemas para prevenir o aquecimento global seria uma estratégia perversa e contraproducente", dizem.

O artigo Combined Climate and Carbon-Cycle Effects of Large-Scale Deforestation, de Govindasamy Bala e outros, pode ser lido por assinantes da Pnas em www.pnas.org.
fonte: http://www.agencia.fapesp.br/materia/6977/divulgacao-cientifica/resfriamento-global-.htm


Aquecimento Global X Resfriamento Global

Em época na qual só se fala sobre aquecimento global, se fazem raras as pessoas que não escutam todos os dias sobre o aumento da temperatura, efeito estufa, os desastres naturais e o parecer do Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC).


O IPCC, ganhador do prêmio Nobel da paz, é um organismo criado pela Organização das Nações Unidas com a participação de aproximadamente 3.000 cientistas de 131 países, e é tido como a principal autoridade científica sobre aquecimento global.

O painel afirma que o aumento do dióxido de carbono (CO²), originado pelo consumo exagerado de combustíveis fósseis, está esquentando o planeta e que, entre outras coisas, isso leva ao degelo nos pólos, o que causaria uma elevação do nível do mar e com isso a inundação de grandes áreas costeiras.

Várias teorias contrárias, entretanto, vêm surgindo desde a época de 1970, quando houve um suposto consenso científico sobre o resfriamento global. Estas se contrapõem ao que diz o IPCC.
As diversas teorias falam de um novo período glacial que está por vir, do efeito de resfriamento provocado pela poluição e pelo desmatamento, e também sobre a mudança climática ser cíclica e não impulsionada pela queima de combustíveis fósseis.

Luís Carlos Campos, jornalista, especializado em mudanças climáticas, lançou um livro em 2007 chamado Calor Glacial, que afirma que a Terra está à beira de uma nova era glacial, com base em pesquisas de milhares de cientistas, conferências e antecedentes precisos.

Campos afirmou que o motor da mudança climática, não seria o CO², mas a influência dos raios solares e cósmicos, que são fluxos de partículas carregados de alta energia, o que documenta com um escrito assinado por 17.800 cientistas, muitos deles representantes de renomadas instituições internacionais.

O jornalista diz que “há 580 milhões de anos, o CO² era de 120 mil partes por milhão devido às explosões vulcânicas, 350 vezes superior ao nível atual, e há cerca de 438 milhões de anos era 16 vezes maior do que agora!”.

Também em 2007, um Professor muito conceituado da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Luís Carlos B. Molion, apontou em uma reunião da Agência Nacional de Águas sobre mudanças climáticas, que a superfície terrestre passa atualmente por um período interglacial - entre dois períodos em que fica coberta de gelo.

O professor lembrou a todos que houve quatro períodos anteriores como esse e as temperaturas eram mais elevadas, com níveis de gás carbônico menores. “Isso é sinal de que o gás carbônico não é responsável pelo aumento de temperatura. Muito pelo contrário: o que se percebe é que há um aumento da temperatura primeiro e, depois, a concentração de gás carbônico vai atrás”.

Molion que teve formação em Física pela Universidade de São Paulo (USP), doutorado em meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA) e pós-doutorado em Hidrologia de Florestas pelo Instituto de Hidrologia (Inglaterra), além de uma passagem de 25 anos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), onde foi diretor, defende ainda que a quantidade de gás carbônico emitida pelo homem é três vezes menor que a de fluxos naturais da fotossíntese em florestas, oceanos e solos.

Os pesquisadores Carlos Nobre e Thelma Krug, ambos membros do Inpe e do IPCC, ficaram inconformados ao ouvir as opiniões de Molion e disseram que não há como contestar a seriedade das conclusões dos estudos realizados pelo IPCC.

Um outro estudo realizado por pesquisadores franceses e norte-americanos e publicado no site da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas) mostrou que o desmatamento em escala global produz um claro efeito de resfriamento.

Os autores realizaram simulações de desmatamento utilizando um modelo global 3-D do ciclo de carbono e do clima, representando interações físicas e biogeoquímicas entre a terra, a atmosfera e o oceano.

Os pesquisadores não contestam que o desmatamento envia grandes quantidades de CO2 à atmosfera, exercendo uma influência de aquecimento no clima da Terra. No entanto, diz o estudo, os efeitos biofísicos do desmatamento – como mudanças no índice de refletividade da terra, evapotranspiração e cobertura de nuvens – também afetam o clima.

A pesquisa indica que o efeito de resfriamento associado com mudanças na refletividade e na evapotranspiração sobrepõe-se ao efeito de aquecimento causado pelo ciclo de carbono e pelo desmatamento.

No início deste ano, especialistas em clima do Instituto de Estudos Espaciais Goddard da Nasa (Giss) revelaram que 2008 foi o ano mais frio no planeta do século 21, atingindo a temperatura média global de 14,3 graus centígrados de acordo com a Organização Meteorológica Mundial (WMO).

Os cientistas afirmam que o resfriamento relativo da Terra foi resultante da ação do fenômeno La Niña no Oceano Pacífico. Mesmo assim, esta média permanece alta em comparação com as temperaturas das décadas anteriores, devido aos efeitos das mudanças climáticas.

A diferença de temperatura de um ano para outro pode não ser muito representativa. "O ranking tem significado científico em alguns casos, tais como quando um novo recorde é estabelecido", disse o diretor do instituto, James Hansen a BBC Brasil. "Mas o ranking também pode ser enganoso porque a diferença em temperatura entre um ano e outro costuma ser menor do que as flutuações da média global."

Além disso, mesmo apresentando a menor temperatura desde o ano 2000, a análise do Giss revelou que a temperatura do ar em 2008 foi 0,44 graus centígrados acima da temperatura média global do período entre 1951 e 1980 - usado como base no estudo, o classificando como o 9º ano mais quente entre os últimos 128 anos.


Uma matéria publicada recentemente na Folha de São Paulo mostrou uma pesquisa conduzida por Thomas Peterson, do Centro Nacional de Dados Climáticos dos EUA e como co-autores William Connoly, do Serviço Antártico Britânico, e Jon Fleck, do Albuquerque Journal, afirmando que o consenso científico de 1970 sobre resfriamento global foi apenas um mito apontado por céticos para criticar efeito estufa.

Peterson analisou dezenas de artigos científicos validados de 1965 a 1979 e descobriu que apenas sete apoiavam o resfriamento global, enquanto 44 previam aquecimento. Os outros 20 artigos analisados eram de opinião neutra.

“Uma revisão da literatura sugere que, ao contrário, até mesmo naquela época o aquecimento global dominava o pensamento dos cientistas sobre as forças mais importantes que moldavam o clima da Terra em escalas de tempo perceptíveis aos humanos.

”Relatórios científicos divulgados ao longo da última década, em especial os do IPCC, têm alertado, um após o outro, que as atividades humanas estão esquentando o planeta ao aumentarem as concentrações de gases de efeito estufa no ar.

“Os registros de temperatura que nós tínhamos na época mostravam um resfriamento muito agudo da década de 1940 até o meio da década de 1970?, afirma. “E os cientistas tentaram explicar aquilo como uma conseqüência da poluição [partículas de enxofre, principalmente] que impedia a radiação solar de chegar à superfície.”

“Naquela época, os cientistas achavam que o efeito resfriador da poluição era mais forte que o efeito de aquecimento do dióxido de carbono [o principal gás de efeito estufa]“, diz Peterson.

Seja Aquecimento, Resfriamento ou nenhum dos dois, como é possível conceituados pesquisadores concluírem de formas tão diferentes seus estudos sobre um mesmo assunto? Diante de tanta divergência científica qual lado você defende e quais os critérios que usa para se posicionar?

Veja a seguir um interessante documentário que contesta o aquecimento global e tire suas próprias conclusões.



















O Canal 4 britânico produziu um documentário devastador intitulado "A Grande Fraude do Aquecimento Global". Ele não foi, ao que parece, exibido por nenhuma das redes de televisão nos EUA. Mas, felizmente, ele está disponível na Internet.


Fontes e Referências
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/1967/artigo55150-1.htm
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a1796482.xml&template=3898.dwt&edition=9472§ion=101
http://www.ambientebrasil.com.br/anuncios/index.php/ecoluna/41-de-sua-opiniao/49-aquecimento-global-x-resfriamento-global
http://www.alerta.inf.br/files/molion_desmist.pdf

Créditos: equipe porque2012.com (se copiar manter esta linha)




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Raios Gama




VISÃO DA CIÊNCIA
Uma estrela maciça explode no espaço dilacerando o cosmo com um enorme fluxo de energia. Os astrônomos chamam o fenômeno de explosão de raios gama, a radiação intensa atinge a atmosfera da Terra, ela destrói a camada de ozônio e cria uma nuvem que bloqueia a luz do sol, provocando um desastre global. Uma explosão de raios gama pode ter causado uma das piores extinções em massa da pré-história. Como 300 mil explosões de raios gama ocorrem todos os anos, o que aconteceria se outra atingisse a Terra?

INFORMAÇÃO VIA TELEPATIAS CÓSMICAS (vulgo canalização)

"Há ciclos astronômicos: o realinhamento com o Sol Central, com Alcyone, o que vocês chamam de Onda Galáctica, a emissão da Luz, das radiações gama vindas do fim remoto dos multiversos." O.M. Aivnahov - 30/05/2011 - Autres Dimensions

"Já desde vários meses, as partículas Adamantinas da Onda Galáctica e os raios gama que estão ligados à irradiação da Fonte, que constituem a Onda Galáctica, estão prestes a penetrar a periferia desse sistema solar já desde este verão [inverno no hemisfério sul] e começaram agora a penetrar, eu diria, os planetas exteriores ao sistema solar." O.M Aivanhov - 21/11/2010 - Autres Dimensions

"Agora é a Luz Branca que desde em Partículas ou que se apresenta sob forma de pequenas nuvens, é a invasão total da Luz neste mundo, ou seja, a Dissolução total da Ilusão" O.M Aivanhov - 18/02/2012 - Autres Dimensions

LEITURA RECOMENDADA:
Reportagem: A ciência confirma a chegada da Luz - Cientistas buscam entender as intensas explosões de raios gama
http://www.mestresascensos.com/2012/0...

Veja também a Coletânea sobre a Onda Galáctica
http://www.mestresascensos.com/2011/1...
http://www.mestresascensos.com/2011/1...
http://www.mestresascensos.com/2011/1...

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